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TI/ Futuro da programação será sem código?

Como suprir a necessidade de programadores num espaço curto de tempo? Uma das alternativas foi facilitar a criação de sistemas com códigos pré-prontos, uma construção em módulos. As chamadas plataformas low-code ou no-code.


Pesquisa com 380 empresas brasileiras feita pela IDC pontou que 48,6% delas estão investindo em plataformas no-code ou low-code como ferramenta interna de inovação. “As organizações viram valor em plataformas de baixo e sem código para ajudar a se mover rapidamente para atender às necessidades trazidas pela pandemia”, disse o IDC em seu relatório.


Outra pesquisa, agora da Morgan Stanley, aponta escassez mundial de engenheiros de software. Existem agora 26 milhões de desenvolvedores no mundo, com uma necessidade esperada de 38 milhões de desenvolvedores até 2024. Nessa lacuna que as plataformas no-code e low-code entram.


Com essa novidade, estão sendo criadas vagas de desenvolvedores cidadãos dentro de suas organizações. As plataformas permitem a criação de quase tudo, desde um modelo de dados e lógica até fluxos de trabalho ou interface do usuário (IU).


As pesquisas avaliam por fim que as plataformas LC/NC podem não funcionar tão bem quanto uma solução totalmente codificada e otimizada de um desenvolvedor. Dessa forma entra o conhecimento do próprio negócio e o seu compromisso com o cliente: agilidade x qualidade da entrega?



Fonte: https://itforum.com.br/negocios/ferramentas-low-code-podem-preencher-um-vazio-causado-pela-grande-demissao/



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