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A procura da sustentabilidade econômica

Num mundo pós-pandêmico será impossível pensar em tecnologia e inovação desassociado à sustentabilidade. Mas afinal, sustentabilidade é sinônimo de meio ambiente? Sim, mas não só. Esse termo é baseado num tripé composto pelos elementos sociais, econômicos e ambientais que nos cercam.


Se por um lado estamos familiarizados com os termos socioambiental e socioeconômico, a expressão eco-eficiente ainda está em construção. Que é justamente a interação dos pontos ambientais com os econômicos.


No entanto, essa construção passa antes pela desconstrução de que obter lucro é errado, sinal de ganância, crise climática e disparidades sociais. Isso aconteceu e, infelizmente, ainda acontece. Porém, dentro do conceito de sustentabilidade é preciso haver equilíbrio entre as pernas desse tripé.


Contudo, essa mudança só está sendo possível pelas interações sociais em escala global. Que passam principalmente pelos hábitos de consumo e mobilizações frente às crises ambientais já que não existe um “Planeta B” para suprir as demandas hoje exigidas.

Conforme propõe o estudioso e futurologista Carlos Piazza, “Sustentabilidade é modelo de gestão.” Desse modo, alinhar as preocupações ambientais e sociais passam obrigatoriamente por uma revisão econômica e proposições inovadoras diante dos problemas em escala global que passamos a enfrentar.


Assim, sustentabilidade econômica é uma necessidade urgente nas organizações de qualquer tamanho, das start-ups aos grandes conglomerados produtivos. “Diante de um cenário de rápidas mudanças climáticas e exigências ambientais, o plano de retomada da indústria pode encontrar maneiras sustentáveis para crescer de forma estratégica, além de buscar ser ecologicamente correto, economicamente viável e socialmente justo.”, conforme artigo na publicação “A Voz da Indústria”.


Podemos assim afirmar que a revolução pós-industrial é sustentável e já está acontecendo.


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